Mitologia do FaeVerso: Magos de sangue de Haem

Magos de sangue de Haem

Os Haems são uma raça nobre e orgulhosa de guerreiros do FaeVerso. Descendentes do corrompido e selvagem Fel, os haems tornaram-se um dos povos dominantes em Gaia após a Calamidade, possivelmente por causa de sua natureza mágica intrinsecamente turva. Suas características mais marcantes são seus olhos, chifres, uma extensa vida natural, e sua habilidade de alimentarem-se da magia de terceiros.

Alimentando-se, os haems são capazes de sustentarem uma magia normalmente dormente, que todo haem possui consigo: magia de sangue. Esta magia, por vezes chamada de haemovidência, possui um poder destrutivo que permite lançar feitiços físicos através de sacrifícios.

Magia de sangue é útil em combate contra oponentes quem não utilizam magias. Um haem bem alimentado pode manifestar, por exemplo, armas e armaduras indestrutíveis por métodos mundanos, além de um corcel de sangue, que podem ser mantidos por tanto tempo quanto sua alimentação permitir. Com este poder, um único mago de sangue pode infligir dano massivo às forças inimigas ao mesmo tempo que se protege por completo. Entretanto, a magia de sangue é fraca contra outros ataques mágicos devido aos seus atributos físicos.

Fora de batalha, haemovidência é extremamente útil em todo tipo de tarefas ou construção. Um artesão habilidoso pode utilizar a magia de sangue para construir estruturas enormes que seriam impossíveis com métodos normais. Por toda sua existência, muitos haems eram orgulhosos construtores.

Antes da Calamidade, as Casas de Prisma desceram em ruína devido à sua estagnação, e, com a abrupta ascensão do último império, tornaram-se parte de seu domínio. O império desprezava os haems, mesmo o mais bem alimentado deles não era capaz de enfrentar um usuário de magia experiente. Ainda assim, devido à suas habilidade únicas, alguns deles eram utilizados como trabalho escravo pelo império, sendo alimentados apenas o suficiente para realizarem suas tarefas.

Após a Calamidade, a maioria daqueles com habilidades mágicas desapareceram de Gaia. Os haems estavam finalmente livres para proclamar a terra como deles, e assim o fizeram, usando o poder mágico daqueles que nascerem com uma natureza mágica de pais mundanos. Por muitas gerações, os haems dominaram as terras de Avalon, e com sua força reconstruiram as Casas de Prisma, recuperando várias das Espadas Prismáticas. Este foi o ápice dos haems.

Com o passar dos tempos, cada vez menos pessoas eram abençoadas com poderes mágicos. Os haems drenavam todo poder que conseguiam encontrar para manterem o poder e assim seu domínio. Isto significou alimentarem-se de escravos das raças mais conhecidas por possuírem magia, até seus números decaírem. Cada vez com menos acesso a magia, várias regiões foram retomadas pelos seus nativos, que rebelaram-se contra a tirania dos haems. Poderes mágicos tornaram-se uma raridade, e assim, com a falta de poder dos próprios haems, as outras raças removeram os lordes haem de seus tronos, retornando assim todas as Casas de volta aos seus povos de origem, com exceção de uma.

Hoje, apenas a Casa nativa dos haems permanece em seu controle. A Casa Vermelha, de onde a Rainha Vermelha governa e busca por usuários de mágica, na esperança de, um dia, tomar novamente o controle de Avalon.

O texto original em inglês é de autoria de Brian Kramer, da Subsoap.
Interessados na mitologia podem se inscrever no boletim: Subsoap Newsletter.

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